domingo, 21 de setembro de 2008

Nunca só


Olhando para trás, na longa estrada da vida,
Descubro estar só, em busca de algo
Que me leve até você...
No silêncio da noite, ao escutar a minha alma
Ouço os sussurros que me falam de você.
Nas escuras esquinas da vida,
Percebo uma luz que teima em fugir de mim
Por entre as árvores saudosas do meu eu
Em busca de você...
Na minha infinita jornada de solidão,
Descubro que estás
Em cada pássaro que canta nos arvoredos,
Em cada ondulação das águas pelas corredeiras,
E em cada pedra que eu venha a tropeçar
Em meu caminho.
Também estás no pulsar do meu coração aflito,
A cada dia que morre lentamente.
Tens sido a luz dos meus caminhos obscuros,
O meu eterno motivo de saudades
Nas frias e tempestuosas noites
Ansiosas de um você...

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