terça-feira, 23 de setembro de 2014

Nunca Mais o Pranto



Eu queria ser como a garça que voa tranquila
Sem ter a preocupação de onde irá pousar
Já que certas lembranças  em nada me aniquila
Pois hoje, vida, só me permite apenas sonhar

Se eu pudesse... Teria dos pássaros o canto
E das matas esse ar primaveril em flor 
Não aceito mais das cachoeiras apenas o pranto
Pois a minha vida agora é feita dó de amor 

Eu sempre partilhei a vivacidade da natureza
Que a muitos, tanto fascina com seus encantos
Porém hoje, a minha única e grande certeza
É que na minha vida não existe mais desencantos

Tenho por teto meus loucos pensamentos
Por cama me ofereces teus braços imaginários
Por alimento esse teu amor a todo momento
E para completa perfeição teu olhar visionário

E enquanto espero por um feliz e doce momento
Meus sonhos se perpetuam nos sonhos teus
Breve teremos o aconchego desse acoplamento
Que irá finalmente realizar os sonhos teu e meu


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