terça-feira, 23 de setembro de 2014

JANELA DO TEMPO

Mais um dia que se passou
E mais uma noite também
Então eu vejo o sol multicor
Me fazendo pensar mais além

Os dias de chuva parece que acabou
A natureza teve seu corpo lavado
Houve alguns que a chuva não apreciou
Já que alguns teve seu trabalho prejudicado

Sempre há quem reclame da chuva que cai
Mas, há também milhares que anseiam por ela
Mas devemos na verdade guardar nossos ais
Pois a culpa é só do homem... Olhem pela janela

Falo dessa janela aberta pelo tempo
E veremos quantos absurdos o homem já cometeu
Tratam a natureza como folhas soltas ao vento
E o pior, depois ninguém seus erros reconheceu

E os problemas surgidos afetam a todos com certeza
Pois em nome do progresso, muitos o mal é bem-vindo
O progresso sempre fala mais alto, para a nossa tristeza
Pois ele lhe dá conforto, em contra partida o mal é infindo

E haja loucura no trabalhar do tempo como vemos
O nordeste virando sul, como já nos deu pra perceber
O homem faz sem pensar nas consequências e nós temos
Que aceitar a tudo... Esse é um jeito fatídico de se corromper

Tudo o homem faz em nome do tal do progresso
E sabemos que as más situações que só tendem a crescer
Essa é a forma desenfreada da humanidade fazer sucesso
Destruindo a natureza que aos poucos vemos perecer

E a cada dia aumenta cada vez mais a parte da humanidade
Que já não sabe mais como esses problemas resolver
Talvez se buscássemos em Deus um pouco mais de humildade
O homem deixaria de lado a ganância, encontrando razão pra viver


Que esse grande mal que ao homem, a ele próprio só corrói
Que não seja por todos de uma forma natural absorvido
Oremos a Deus por cada um que com ambição a tudo destrói
E por certo não teremos o nosso interior cruelmente destruído

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