terça-feira, 23 de setembro de 2014

DA JANELA DA MINHA ALMA



As estradas da minha vida
Estão cheias de brilho e cores
Nelas as alegrias são sentidas
De forma plena e sem dores.

Da janela da minha alma contemplo
Uma imensidão de campo florido
E o melhor de mim acode meu senso
E sinto saudades dos momentos atrevidos

E nesse percurso tão belo e tão meu
Me lanço à vida sem medos e receios
E sorrio ante o meu encantador apogeu
Daquele momento que ainda não veio

Nem sei se existe um momento certo
Embora o meu caminhar me pareça perfeito
E mesmo sem fingimento... Ainda empresto
Um toque de mistério a esse meu jeito

Agora... A janela da minha alma se fecha
E olhando para dentro de mim eu percebo
Que querer ou sonhar apenas me deixa
Ver diante de um espelho o que foram meus medos

Pois hoje eu vejo como é diferente a minha realidade
Já não são poucos os motivos para eu viver a sorrir
E já não maldigo o tempo por causa da minha idade
Pois a minha vida hoje me faz viver e não apenas existir

Ser feliz já não me parece mais ser um mito
Não importando qual seja a minha real condição
Sou feliz... Extremamente feliz, assim o digo
Eu sou feliz porque sei que é meu teu coração

Como poderei não me sentir bem ou feliz
Mesmo que ao meu lado eu veja algum dissabor
Tristeza nunca foi o que eu mais desejei ou quis
Eu só queria ver na humanidade um pouco de amor

E mesmo assim, hoje, ser feliz é o que eu mais consigo
Pois sei que nunca mais terei um olhar de tristeza ou dor
Isso já tenho certeza não faz parte de mim ... E ainda digo
Que tudo isso eu devo unicamente a você vida e ao seu amor


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