terça-feira, 23 de setembro de 2014

UMA RARIDADE



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O dia já estava amanhecendo... Abro a minha janela
Saúdo a manhã fria que desponta no horizonte
Fecho os olhos e sinto a brisa que me acaricia
Suspiro risonha e me transporto para o dia de ontem
E sinto uma onda de ternura que cálida vem e me abraça
Penso nos momentos imaginários que o tempo não esgarça
E sinto uma sensação inebriante que me foge como fumaça
Me sinto em paz, e ternamente toco imaginariamente a tua fronte

Próximo, ouço os pássaros que saltitantes entoam seus cantos
E logo me vejo contagiada por essa balbúrdia tão singular
Mas de repente toda aquela algazarra se põe em silencio
Não demora muito e eu percebo que o tempo começa a mudar

E apenas um ou outro pássaro gorjeia como a responder
Não demora muito e a chuva começa a cair, quase sem perceber
Ela chega de manso, num langor que até se faz comover
E mesmo assim, ela vai caindo, fraquinha e não demora a passar

Um som um pouco mais forte desperta a minha  atenção
E para a minha surpresa vejo o que penso ser um casal de araras
Elas passam voando fazendo um certo alarido...
A chuva voltar a cair, enriquecendo o a paisagem e nada se compara
A beleza que a natureza nos traz e em troca na nos pede
As araras em algum lugar pousaram e penso de quem deve
Ser o guardião   dessa raridades, a quem será que compete
Tão grandioso e gratificante  trabalho de cuidar dessas aves raras?


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