sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Tênue Esperança


Eis que eu estou de volta finalmente
E com uma louca vontade de escrever
E até devo confessar muito calmamente
Que tudo tentei para não lhe esquecer

E estou me sentindo como uma criança
Ao sentir a brisa que entra pela janela
E sinto reacender uma tênue esperança
De conseguir escrever as frases mais belas

E em balbúrdia sinto os meus pensamentos
Me impingindo com lascívia, sensações
E esqueço por completo todos meus tormentos
E vibro diante dessas saudosas emoções

E meu corpo sente a aproximação da sua boca
E as lembranças parecem me enlouquecer
E ouço um gemido e a sua voz quase rouca
E nesse momento nos fundimos num só, eu e você

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