domingo, 4 de julho de 2010

Medos E Preconceitos


A silenciosa madrugada
Me encontra triste, cabisbaixa
Tão sofrida e calada
Com vontade de chorar

Quieta, vou revendo meus conceitos
Sofrendo meus próprios preconceitos
Sem querer a eles aceitar
E me enrosco nos braços do desassossego
Reprimindo meus arcanos e meus medos
E me ponho a chorar

Choro com o coração e com a alma
E em meio as tantas mágoas
Desato a soluçar
E sinto o abraço estreito
De todos os meus medos
E novamente os meus preconceitos
Não me permite mais sonhar

E me calo diante desse mundo
Que de um jeito tão profundo
Amarga mais e mais o meu viver
E vou arrastando comigo cada desejo
Cada sonho e também cada medo
De não mais conseguir me ver

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