sexta-feira, 6 de março de 2015

JÁ NÃO HÁ TEMPO



Eu queria muito poder desatar esse nó
Mas sinto ser em vão qualquer tentativa
Por mais que me engane sempre estou só
Relutando sempre como uma criança perdida
Como dói me sentir assim... Triste e sem vida
Buscando em desespero o que me faça bem
Pois esta vida vazia e as vezes, assim... Destruída
Apenas não revela o que vai de mim mais além
Eu sempre só e tantas vezes percebo, vazia
Não me deixa por ti mais algum tempo esperar
Mas eu insisto pois és tu da minha vida a alegria
Pois és tu... o único ser que eu ainda consigo amar
O que fazer com a minha mente neste momento
Que embriagada se debate tão triste e tão só
Quem sabe eu conseguisse me livrar dos tormentos
E fugisse para longe onde de mim o tempo tivesse dó
Mas é inútil eu sei, pois nesta minha longa caminhada
A que braço me terei apoiada sem medo, sem dor
Se foram tão amarguradas até aqui minhas passadas
Já que não consigo libertar-me da força desse teu amor
Preciso de uma vez por todas a minha vida resolver
Se até hoje não consigo te esquecer nem deixar de te amar
Só me resta pedir ao destino que interfira ente eu e você
Pois a caminhada é longa e já não há tempo pra te esperar

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