quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A Morte Das Minhas Fantasias


Hoje, mais uma vez o sono me abandonou
A madrugada nem tão silenciosa já vai alta
E talvez pela noite chuvosa que a tudo provocou
Eu mais uma vez pude sentir como me fazes falta

E o barulho incessante da chuva na minha vidraça
Faz o meu pensamento sair rodopiando de saudades
E a minha alma cansada entrevê na luz quase baça
A morte dolorosa das fantasias de minhas verdades

E a manhã se aproxima fria e indiferente por mim
Nem parece notar meu olhar de penúria e sofrer
E parece que só eu entendo que será o meu fim
Se eu continuar sozinha... Apenas desejando você

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