quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A ÁGUIA


Quanto fascínio há nesta  bela imagem
A imponência se contradiz com a natureza
Que por vezes se mostra calma numa visagem
Mas que em qualquer situação mostra sua beleza

Até me lembra, em seu porte altivo e destemido
Um homem de semblante concentrado e até sonhador
Pois homem e animal me parece até meio sem sentido
Mas se observarmos bem, a ave encanta o seu admirador

Em seu voo tão livre, impondo respeito e admiração
Nos mostra que nem sempre o homem é o dominador
E mesmo quando chegado seu momento de transformação
Renascerá mais altiva após meses de mutilação e grande dor

Mas ela ressurgirá mais bela e bem mais imponente
E nada se compara a sua capacidade de auto regeneração
Sua existência mostra garra e seu porte sempre veemente
Nos obriga a reconhecer essa força que nos causa admiração


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