terça-feira, 29 de outubro de 2013

MINHA ALEGRIA MAIOR



Minha doce e pequenina Julinha
Que de saudades faz meu peito doer
Amo demais essa minha netinha
E meu desejo é estar sempre com você

E sempre que a tarde vai morrendo
Penso em você minha linda pequena
Então sinto meu semblante entristecendo
É que essa saudade nunca será amena

Minha amada netinha Júlia... Meu encanto
Minha dor se faz ainda maior é por saber
Que estarás distante e assim meu pranto
Terá meu anjo, por muito tempo razão de ser

Mas o tempo talvez ainda assim me traga
Razões para sorrir sempre, ao lembrar de você
Quem sabe não terei apenas saudades, mas a paga
Por ter e superado com carinho a ausência do teu querer

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

PARABÉNS MAURO RAFAEL


Que Deus conserve esta alma de criança
Onde reina a paz e também alegrias
Que tua vida seja repleta de esperanças
E teu mundo seja mais que sonhos e fantasias

Mauro olhando esta foto fico a pensar
Que desde agora tens no semblante muita cor
Pois em teu íntimo por certo vive a bailar
O espírito da solidariedade e o dom do amor

Que nunca se afaste de ti estes sentimentos
E que tua caminhada continue firme no Senhor
Esqueça quando surgirem os aborrecimentos
Pois Deus haverá de coroá-lo com uma vida de amor

Hoje,  nesta data, pra ti e os que te amam, é especial
Que seja principalmente memorável em todos os sentidos
E que essa tua jornada seja sempre um marco triunfal
Para teu orgulho, de tua família e também dos teus amigos


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

QUANDO EU ERA CRIANÇA


Nos meus bons tempos de criança
Vivia de bem com a vida, a sorrir e brincar
Sempre a correr, nunca parava quieta
E nem todos conseguiam me alcançar
Hoje, olhando para trás eu penso
Que aquele meu mundo pequeno, mas imenso
Tinha de tudo... Menos regras ou bom senso
E até hoje, nesse mundo de cores me vejo a passear

Sempre fui uma menina muito travessa
Vivia a cair e quase sempre me machucava
De nada eu tinha medo... Só de mal assombro
Quando histórias de assombração o povo cantava
Meu Deus... Quantas vezes eu tremia
Só de pensar que as histórias que o povo conhecia
Nunca aconteciam à luz do dia
E apesar do medo, eu com tudo me encantava

Mas a minha infância sem dúvida foi perfeita
Pais zelosos e irmãos que se amavam com alegria
Sempre chamei a atenção pelo meu jeito de ser
Pois amava os animais e acima de tudo os protegia
E quando brigava na rua, lutava como criança valente
Bastava achar que alguém ou um animal, infelizmente
Estava sendo maltratado, eu os defendia bravamente
E vivia a sorrir, não gostava de tristeza... Eu era só alegria




terça-feira, 8 de outubro de 2013

MORRI PARA AS ILUSÕES


Parto... E sequer me despeço
No coração... Nenhum sentimento
Medo? até que sinto... Confesso
Mas em mim não há ressentimentos

Meu coração solitário... Emudece
Já não ouço o compasso das batidas
Já não há uma última prece
Nem houve tempo para despedidas

Mas o pior de tudo eu bem sei
Será o abraço que não mais virá
E por tudo que nessa vida já passei
Este momento, um fim a tudo dará

Ao menos, não mais sentirei saudades
Nem tão pouco alegrias ou tristezas
Não conviverei mais com tantas maldades
Que nos preenche a vida de incertezas

Não ouvirei risos contagiantes
Nem tão pouco murmúrios e lamentos
Me livrarei dos momentos entediantes
será o fim dos meus tormentos...

Não mais serei obrigada a conviver
Com as esperas que o destino me impôs
Estarei livre de qualquer porquê
E nada mais ficará para depois

Mas todo esse sentir é interrompido
Ao quase contato desse abraço gélido e sem cor
Percebo então que nada foi real e sentido
Foi apenas um estado de imenso torpor

Foi apenas um sonho, já o pressenti
Não se acabaram as dores e aflições
Foi um instante final que vivi
Quando sem morrer... Morri para as ilusões

 
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